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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O Silêncio que assusta




ESPECIAL STUM: O Silêncio que assusta
Com toda razão, a mídia, em seus diferentes campos de atuação, é considerada o quarto poder. Os outros três são muito bem conhecidos, começando pelo executivo, passando pelo legislativo e terminando com o judiciário. Este quarto poder é o que investiga, divulga, pesquisa e atualiza constantemente o cidadão, dando destaque aos atos importantes dos três primeiros, além de prestar um sem-número de serviços públicos, desde informar as novas descobertas da ciência, até as programações culturais, os assuntos sócio-políticos ou focando e agradando o público feminino com as tendências da moda, da culinária (e as inevitáveis fofocas), ou aumentando o estresse da platéia masculina com o onipresente futebol e, um pouco distanciados, muitos outros esportes, individuais ou coletivos. Há milhares de cadernos, canais, estações de rádio e outros para quase todo tipo de ser humano. 
Com certeza, utilizando cada vez mais recursos moderníssimos, tecnologias de última geração, imagens de todos os ângulos, aquela câmera lenta que desvenda detalhes, outrora imperceptíveis num determinado lance, ou que coloca a cena da tela bem no nosso colo, como no caso da 3D; é assim possível entreter cada vez melhor o assinante, aquele indivíduo que deseja espairecer, relaxar, torcer, esquecer um pouco a dura realidade do mundo em que vivemos. 

No entanto, infelizmente, o aspecto essencial, o alimento, a informação de que realmente necessitamos em nossa caminhada, nos é negado rigorosa e pontualmente. Poderá ser que este poder esteja dependendo por demais dos outros três... talvez encontre-se de rabo preso, perdendo sua cristalinidade, sua transparência, seu espírito de busca incessante pela verdade. Parece mesmo que já está acomodado, que as polpudas verbas de publicidade -pública e privada-, limitaram sua agilidade, acuidade, ética e, assim, o serviço ao público virou serviço ao poder público (e privado). 
Não entrarei aqui no mérito da qualidade dos programas exibidos na TV, na superficialidade, na inutilidade de certas revistas ou na violência servida a toda hora e lugar, ao medo que é espalhado no éter e que contamina quem lê jornais, assiste TV ou ouve rádio. 

O que realmente incomoda, o que assusta mesmo é o silêncio, o descaso, a ausência, a invisibilidade. Refiro-me aqui a uma infinidade de assuntos, de técnicas, de recursos disponíveis na Natureza para ajudar a Humanidade em sua caminhada, algo que teimosamente a maioria dos meios, inclusive os que assino regularmente há décadas, insiste em ignorar. 
Histórias de superação, de altruísmo, de almas nobres, despertas, compassivas não fazem parte da pauta. Divulgar o sucesso comprovado em estudos de caso de técnicas não invasivas, das terapias espirituais, das curas à distância, da eficácia do perdão ou da EFT, da terapia regressi va, das constelações familiares, das essências florais, da fitoterapia, e de um sem-número de outras aliadas, é praticamente proibido.
Assim, somos todos reféns -como o é o governo- dos laboratórios farmacêuticos, de multinacionais poderosas da indústria alimentícia, de bebidas, de fast-food, que despejam, em nossos corpos, remédios com efeitos colaterais letais, hormônios e fertilizantes; flúor, lítio, alimentos geneticamente modificados, gorduras trans em quantidades absurdas e prejudiciais à saúde. 

E nós fazemos de conta que não é com a gente, que somos poucos e fracos, que a coisa é grande demais... que nada podemos modificar... Até quando deixaremos que a fluoretação da água de torneira, abandonada no ocidente há décadas, continue agindo impunemente em nosso campo energético? 
Precisamos urgentemente começar a fazer nossa parte. 
Quando, finalmente, começaremos a nos alimentar de forma totalmente consciente, conhecendo e valorizando ali mentos naturais não industrializados, evitando quando possível a ingestão de carnes, que reduzem nosso nível vibracional, que exigem o sacrifício de um animal, quase sempre com elevado nível de consciência? 

Precisamos ainda fazer e exigir mais, muito mais. 
Refiro-me ao descaso, ao desconhecimento da Alma, da Mente, da Consciência, daquele ponto de Luz que carregamos em nós, em nosso peito, enquanto encarnados aqui na Terra. 
Precisamos estudar, compreender e utilizar com sabedoria e propriedade as leis que regem os sutis processos vitais hoje dormentes ou latentes, entrando com investimentos e estudos sérios sobre a essência da vida, sobre a bioética, chegando a desvendar o aspecto talvez mais importante, a chave mestra: Amor - Vida. 
Para vivermos melhor, devemos descobrir os mecanismos da intuição, da telepatia, da canalização mediúnica, da percepção extra-sensorial, da premonição, o poder da oração. Sem esquecer as nuances do proc esso de desencarne ou os milhares de casos de EQM (Experiências de quase morte) com preciosíssimos, coerentes e sólidos relatos que nos confirmam a continuidade da caminhada, a imortalidade da Alma. 

É obrigatório nos adentrarmos nas outras dimensões, sem medo, desvendando sua aparente complexidade, aprendendo a navegar com os corpos sutis por entre os planos, livres e despertos, "volitando" nas ondas da Luz, nós, seres eternos, divinos, unos e únicos surfando em uma sinfonia de Amor infinito.(Obrigado Wagner Borges pela sua maravilhosa ajuda em Projeciologia e em outros aspectos fundamentais).

Precisamos cerrar fileiras, assumir nossa força inata, exigir o que é de nosso direito, lutar contra a mentira, a corrupção, a inércia, cobrar às mídias as informações indispensáveis, com pesquisas honestas, profundas, abrangentes e multidisciplinares, em prol da evolução do ser humano. É urgente ainda deixarmos de adquirir produ tos nocivos, supérfluos; somos nós que sustentamos essas empresas -cujo objetivo declarado é o lucro máximo a qualquer custo-, que nos consideram meras banalidades estatísticas, que levam em conta quantos celulares temos, quanto e onde gastamos em cartões, ou qual é a marca, modelo e ano de nosso automóvel. 
O Universo deseja nosso comparecimento. A mensagem que intuímos é muito forte e clara. Devemos passar de fase, aqui ou em outra dimensão, mas realizar com esmero nosso plano original, aquele que juramos cumprir ao encarnar, em mais uma transição importante, neste lindo planeta azul. Os sinais estão por toda parte. Não há mais como ignorá-los. Está mais do que na hora. Não podemos chegar a fazer como os músicos do Titanic, que ficaram tocando seus instrumentos, como se o navio não estivesse afundando. 
É o nosso silêncio que assusta. 

Desejo agora, de coração, que nossos irmãos no Japão tenham atenuado o sofrimento incomensurável ao qual fora m submetidos, que recebam apoio das Esferas, que o fardo lhes seja aliviado, retirado, que estejam em Paz. 
Somos Um só, eu sou os irmãos do Sol Levante. 

Agradeço aqui os queridos e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane... e Você!

Namastê (O Deus que existe em mim saúda o Deus que habita em Você). 
Sergio STUM